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29 de dez. de 2012

Diamantes no céu..?

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-Muito bom dia, leitores.

Ontem fui na casa dos meus avós tirar o nome do meu "Amigo Secreto". No primeiro lance, havia tirado muita sorte, que seria, meu papai *-* Depois tivemos de devolver, por "problemas", até que tirei o marido da mãe da minha prima que morreu ]= Fala sério, eu nem conhecia o cara --' Foi uma confusão aqui em casa, para ver quem ficava com quem, rsrsrs' -Again, who asking, Juuh?

E eu sei que devo explicações do porquê estou postando num pleno sábado, que seria meu dia de -descanso. Eu estou meio que sem nada para fazer aqui em casa, e o blog é meu único passatempo ]= Tá, vamos falar sério agora..? Eu sempre começo um texto/reflexão sem "Bom dia", nem nada.. Mas hoje vai ser diferente. Só hoje, juro pra vocês [= O nome dele vocês já conferiram, só falta o texto, né, dona Juuh.! Vamos lá, então..

20 de dez. de 2012

Não, sério. Chega.

"Você que está aí se lamentando de não ter feito coisas, só porque dizem que amanhã é o fim do mundo", leia isso!". Vocês realmente acreditam que o mundo irá acabar amanhã? Por algum acaso vocês têm as palavras de Deus escrito nas suas mãos ou nos seus cadernos?

Cara, sinceramente, eu acredito, como não acredito no fim do mundo. Se for pra ser, vai ser. Se não for, não vai. Simples assim! Não estou querendo fazer vocês, meus leitores, se sentirem mal, por favor.. É que eu simplesmente estou farta das pessoas acreditarem no que o Homem diz, e esquecerem das palavras de Deus.

Poxa, eu não estou com um pingo de medo, nem de arrependimento, gente, sério. O que eu fiz no passado, apenas me serviu de lições. E temos de aprender lições, não temos? O ponto que eu quero e necessito de chegar é esse: CHEGA! Não quero mais ouvir mais nada sobre isso. Eu estava passando no blog da Juliana, que eu realmente amo, o Ser Escritora, onde me deparei com um post que me interessou muito.

O título já dizia tudo: "E se o mundo realmente acabasse?".. A pequena frase "E se.." já me deixou interessada. Lá ela diz/questiona, se você realmente se arrepende do que fez no passado, e se queria fazer diferente. Como eu disse algumas linhas acima, eu não me arrependo de N-A-D-A que fiz. Talvez eu quisesse ter feito um pouco, nem que seja um pouco, diferente. Tá, isso eu admito.

Mas é apenas isso. Ponto final. Nem um pio. Tenho certeza que alguns de vocês entenderam o motivo desse post, né.. Pelo menos eu espero.. Do mesmo jeito, eu só queria me expressar um pouco, já que hoje é o Temas Diversos, né, UAHSUHA' Claro, me desculpem o desabafo, e se eu fiz vocês ficarem mais nervosos(as) com essa história do fim do mundo, eu sinto muito, mesmo! Não queria fazer isso. Mas fiz, então.. AMANHÃ, venho com algo que lhe interessem de verdade. Afinal, é o dia dos looks e/ou makes, né, que são os preferidos da Laura ;3 Beijos, e desculpem mais uma vez :* 

PS.: Talvez eu fique sem postar amanhã o DIA INTEIRO, pois estão instalando o meu ar-condicionado no emu quarto, então não poderei estar ausente =( Sorry! 

11 de dez. de 2012

Contra o amor.

O início pode parecer um tropeço, já que ninguém são vai ser contra o amor, mas há os que, em lapsos de mornas temperaturas, opõem o amor e a paixão. E se o conflito é esse, o título é uma escolha de lados.

A paixão é sempre avassaladora, traz o nosso melhor, o nosso pior, e não deixa saber qual é qual. O amor é uma lareira quentinha que arde continuamente, estável, serena. E quem pode ser contra as lareiras quentinhas, senão os loucos? A paixão é como se toda a energia da lenha queimasse de uma vez, em um brilho que cega e tudo consome, como uma supernova. Depois, talvez só haja lenha em outras constelações, pode aparecer mais lenha, infinitamente, ou pode não sobrar nada jamais. Observe um apaixonado e você vai ver alguém que não está mais de posse das suas faculdades mentais, ou mesmo do mínimo de autocontrole.

Dizem que a paixão é tóxica, e ela é, mas e daí? Nós amamos as drogas. E somente a embriaguez da paixão é digna de arte. O amor, para ser arte, só se for difícil, como os do Calvino, não realizado, como os desprovidos de entrega, ou mesmo completamente impossíveis. Os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam, segundo um tal de Eça de Queiroz. Há controvérsias, só que, de fato, nada jamais chegará aos pés do amor que não acontece, este sim mais idealizado que a mais brutal das paixões.

As pessoas falam em histórias de amor e o assunto sempre esbarra em Romeu e Julieta. Até que eu li por aí: “Romeu e Julieta não é uma história de amor. É um romance relâmpago entre uma menina de 13 anos e um carinha de 17, que dura três dias e termina com seis mortos”. É a paixão que torna a história saborosa, assim como a vida. História de amor, amor mesmo, são os primeiros cinco minutos de “UP – Altas aventuras”. É lindo de chorar, mas é isso, cinco minutos de filme. O resto são cachorros falantes no fim do mundo, e nostalgia.

Alguém disse que viu mais amizades que paixões se transformarem em amor. Será? O universo da amizade é muito maior, por ser plural, e existem mais amizades que paixões. Mesmo assim, senão uma fração daquelas se transforma em amor. As que se arriscam, em geral, sofrem de unilateralidade e exílio na “zona da amizade” mesmo.

Esperar que o amor venha da amizade, sem uma paixão devastadora junto, é uma das coisas mais mornas e acomodadas que já ouvi falar. É como uma apólice de seguros. É o amor servido como uma dobrada fria. Você ir fazendo um “filtro de compatibilidade” do seu círculo de amigos, que já são pessoas por quem você tem apreço, até que isso se torne, suavemente, uma opção amorosa, equivale a tratos do tipo “se eu e você chegarmos solteiros aos 40, a gente casa um com o outro, tá?”

Apaixonar-se é dar murro em ponta de faca mesmo. A paixão não cega as pessoas para os defeitos dos outros. Como poderia? O que ela faz é aumentar a nossa capacidade de relevar, de não dar a mínima, de nem ligar que ela tenha essas esquisitices, e não de achar que defeitos não existem e, então, se desapontar quando caem as máscaras, ou quando passa o afã.

Pela sua força explosiva, a paixão é efêmera mesmo. Ninguém consegue se manter nesse estado, nessa intensidade por décadas, anos, ou seriam dias? Difícil achar uma medida de tempo, mas nem o amor consegue essa longevidade toda. Um amor que nasça de uma paixão, de uma conexão profunda formada no coração em chamas de uma estrela, é mais bonito e vivo que um amor sereno, gradativo e limpo.

Texto tirado do blog: Depois dos Quinze, todas as palavras foram de lá ^^

PS.: oi, meus pequenos, desculpem pelo texto, ele veio meio que de repente, né? Mas é que eu precisava de algo para tirar esse vazio de mim, ou seja, preencher, né, KKK' Mas tá.. O que eu queria dizer mesmo é que dia 13, desse mês(dezembro), eu farei uma excursãozinha ao zoológico de São Paulo, para um trabalhinho da escola, e provavelmente ficarei ausente o dia inteiro, pois é das 8:00 da manhã até as 18:00 da tarde.. Já dia 14 até o dia 17, mais ou menos, eu vou viajar para o Rio de Janeiro! Então, ficarei ausente por uns 5 dias, ou mais ou menos.. Mas volto logo, ;) Beijos, :*